quinta-feira, 18 de Junho de 2009
domingo, 3 de Maio de 2009
INICIAÇÃO AO “PANORAMA SOCIAL”
Uma iniciação ao Panorama Social
(uma metodologia moderna baseada na Programação NeuroLinguística)
workshop em 3 dias - 30, 31 de Outubro e 1 de Novembro (das 09.30 às 18.30 horas)
com José Figueira
TEMA: RELAÇÕES
Programa
Introdução ao Panorama Social
Relações íntimas com companheiro(a) e ex-companheiros(as)
Relações difíceis
Relações comigo e a auto-imagem
Relações de poder, autoridade e submissão
Relações com grupos e negociação
Relações espirituais
Relações familiares
Local: Lisboa
inscrições: geral@newfreedom.pt - 218 489 232; 96 212 83 91
Construímos as nossas relações numa paisagem mental a 3 dimensões e a maneira como fazemos isso determina o significado emocional relacional e o nosso comportamento. É este o axioma mais básico do Panorama Social de Lucas Derks.
O Panorama Social é o resultado duma modelagem populacional e não propriamente da modelagem tradicional em PNL baseada num indivíduo e direccionada à excelência individual. Assim descobre estruturas mentais comuns na dinâmica social e oferece as ferramentas para investigar e tratar assuntos de carácter relacional.
Podem ser tratados temas como relações com namorados, amigos, colegas, chefes, filhos, pais, estranhos, grupos, organizações, pessoas falecidas, espíritos, deuses… e tudo isto directamente ligado à nossa auto-imagem e autoconfiança.Começa a tornar-se claro não só no mundo da PNL que o Panorama Familiar, uma das componentes do Panorama Social, faz a ligação entre a PNL e as constelações familiares e organizacionais. É encarado já por muitas pessoas como um complemento bastante abrangente e tira às constelações de Hellinger a componente mágica, o que para uns é considerado positivo e para outros precisamente o contrário.
A complexa e vaga paisagem interior social, de intuitiva torna-se cognitiva. É uma ferramenta que permite compreender, equacionar, desarticular scripts e solucionar problemas duma forma simples.
É tanto para profissionais no campo da psicoterapia, formadores, coaches, líderes e profissionais nas áreas da saúde, comunicação em geral e educação, assim como para qualquer pessoa ocupada com a sua evolução pessoal.
Pessoas com o mínimo grau de "practitioner em PNL" têm acesso directo ao curso de 5 dias para "consultor do Panorama Social" que será facultado pelo próprio autor, Dr. Lucas Derks, de 12 a 15 de Maio de 2010. Se não tem formação em PNL (mínimo practitioner internacional), este curso de três dias dá acesso ao curso de 5 dias para consultor.
terça-feira, 21 de Abril de 2009
I'M NOT ME
Indentify 1 I'm not me english
Indentify 2 Who do you think you are?!
Indentify 3 Drilled to be someone else
terça-feira, 14 de Abril de 2009
NOVOS CONSULTORES
quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
PENSAMENTO
MAIS UM NOVO CONSULTOR
terça-feira, 11 de Novembro de 2008
WORKSHOP PANORAMA SOCIAL
SCIENCE FICTION PSYCHOLOGY
..... se quer ler o resto do artigo
http://www.socialpanorama.com/documents/Breakingthecodeofsocial_000.pdf
sábado, 8 de Novembro de 2008
SOBRE O AUTOR
Depois de frequentar a escola gráfica diplomou-se pela Academia de Artes plásticas. Praticou montanhismo, formou-se em didáctica, deu aulas de desenho e pintura, expôs seus próprios quadros, interessou-se cada vez mais por psicologia e formou-se finalmente em psicologia social. Confrontado já com o trabalho de Bandler e Grinder em 1977, está activamente ocupado com a PNL desde 1983. Seguiu cursos na América e desde então vem trabalhando para diversos institutos de PNL na Holanda, Bélgica, França, Alemanha, Finlândia, Áustria, Polónia, Checoslováquia, Grécia, Nova Zelândia, Hungria, Malta, Brasil, Portugal (pela primeira vez em 2006), Rússia, China.
A partir de 1993 cresce nele um renovado interesse pela psicologia social o que o leva à criação do "Panorama Social", novas formas para analisar e transformar a experiência social subjectiva. Está traduzido traduzido na Checoslováquia, Alemanha, Inglaterra, brevemente no Brasil, e tem publicado em diversas revistas mundiais.
Neste momento o Panorama Social tem cada vez mais adeptos depois da publicação em inglês - L.Derks(2005) Social Panoramas; Changing the Unconscious Landscape with NLP and Psychotherapy - Crown House Publishing - isbn 1904424031
UMA DEFINIÇÃO ARROJADA
Lucas Derks
sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
O PANORAMA SOCIAL, DEFINIÇÕES, PRESSUPOSTOS E PRINCÍPIOS
O Panorama Social é um meio para trabalhar com sistemas sociais duma forma ligada às técnicas e aos pressupostos da PNL (Programação NeuroLinguística). É o resultado da “modelagem de populações”, quer dizer, trata-se da investigação duma parte determinada de experiência subjectiva (aqui referida como experiência social) num grande grupo de indivíduos com o fim de reconhecer padrões gerais de carácter pessoal e cultural.
Pressupostos e princípios do modelo “Panorama Social”
1. “Relação é localização”, o que quer dizer que o lugar no espaço mental em que alguém projectou o outro é determinante para a qualidade emocional da relação.
2. “Representações sociais” são uma categoria aparte de construções mentais a que chamamos “personificações”.
3. “As Representações determinam a interacção”: a imagem que temos de alguém é determinante para a maneira como interagimos com ela.
4. “O Panorama Social de alguém é a representação primária das suas relações”: uma transformação no Panorama Social determina a transformação das relações.
5. ”O axioma frívolo" : a transformação individual numa relação influenciará também o outro (através de comportamento verbal e não verbal consciente, mas sobretudo através de comportamento inconsciente verbal e não verbal).
6. "A lei da personificação dominante": as pessoas identificam-se com a personificação mais proeminente. Se a sua auto-imagem é relativamente fraca as pessoas adoptam a segunda posição, a posição da representação dominante do outro.
quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
TÉCNICA 1: A Personificação do seu computador
Segundo Lucas Derks não existe grande diferença entre relações amorosas virtuais e as relações amorosas que as pessoas têm regularmente entre si. Claro que ele avisa-nos que é conveniente usar então sub-modalidades características de “fantasia” para que possamos continuar a distinguir a "realidade" da "ficção".Segue-se aqui a sua primeira técnica, avisando-nos que no livro - "Social Panoramas" - se seguem uma série doutras técnicas que, essas sim, podem muito bem ser empregues na prática terapêutica.
(Para esta tradução utilizei tanto o texto inglês como o holandês. A versão holandesa, que tem a minha preferência, é muito mais “escandalosa” que a inglesa)
1 – Dê um nome ao seu computador. Theo chama em segredo ao seu Mac: - Maggie!
2 – Visualize Maggie algures no seu espaço mental.
Se quiser um relacionamento próximo, ponha a visualização a pouca distância de si, tão perto que mais ninguém se possa intrometer entre os dois (nem crianças, nem parceiros amorosos ou animais de estimação).
3 – Pense em tudo o que o seu computador pode fazer – as suas possibilidades ilimitadas.
4 – Meta-se na pele do computador. Você mete-se por assim dizer dentro da caixa, como se fosse você mesmo o PC. Comece a imaginar que, por momentos, é o computador. Pense nas coisas que ele quer, como se sente, o que o computador pensa de si próprio, como se vê e qual é a sua perspectiva do mundo.
5 – Fique dentro do computador e experimente as suas “emoções sociais”.
quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
COMO SABE QUE VOCÊ É VOCÊ ?
Esta "auto-consciência" traduz-se basicamente na sensação: “eu estou aqui”.
Este “eu estou aqui” nas suas relações com o mundo, é o objecto que é explorado pelo Panorama Social.
Como se pode explorar uma coisa tão vaga como é esta sensação do “eu”?
Como sabe no fim de contas que “está aqui”, como é que sabe isso?
Partimos do princípio que existe uma “auto-contrução” que denominamos de “eu” e que duma ou doutra forma ela é experimentada no espaço.
A palavra “eu” activa a construção mental da experiência de mim, senão vejamos:
Concentre-se em si-mesmo, dirija toda a sua atenção a “eu”. Diga-se:
- “Eu”!
O que sente? E onde sente isso?
O que é que vê a partir dessa sensação? E onde é que vê isso?
Ouve alguma coisa ligado a isso? E onde é que ouve?
Prova ou cheira algo relacionado?
Com base na resposta a estas perguntas cristalizam-se padrões. Em geral as mãos apontam para sensações no espaço, localizações.
A prática de muitos anos de estudo experimental demonstrou que estas “localizações” mentais são determinantes para a vivência das nossas relações no mundo.
A transformação das "localizações" na mente é determinante para as nossas vivências no mundo social e espiritual.
terça-feira, 4 de Novembro de 2008
ALIEN LESSONS, by Lucas Derks
2) Do you believe that extra terrestial life forms may exist, but humans will never come across them? yes or no?
3) Do you believe that aliens indeed do exist and we one day will meet them? yes or no?
4) Do you believe that alien life exists and some people already had encounters? yes or no?
5) Do you believe that aliens live among us? yes or no?
6) Do you believe that you yourself have encountered an alien? yes or no?
7) Do you believe that you had an intimate relationship to an alien? yes or no?
8) Do you believe that you are an alien yourself? yes or no?
9) Do you believe all humans are aliens? yes or no?
10) Do you believe that all life on earth stemms from sources outside our solar system? yes or no?
Scoring the questionare
The lowest passible score on this instrument is '1'.
The highest score is '52'.
3 and below are the sceptics.
Quer ler todo o artigo?
Clique então:
http://www.sociaalpanorama.nl/articles/Aliens_Updated.htm
A CRIAÇÃO DUMA AUTO-IMAGEM POSITIVA

A técnica é baseada no facto de que cada auto-imagem é uma fantasia construída pela própria pessoa. Uma auto-imagem negativa tem tão pouco de realidade como uma imagem positiva. Por isso é justificável substituir uma imagem negativa por uma positiva.
1. Peça ao cliente para pensar em alguém que ele ou ela valoriza muito. Ajude a intensificar a sensação fazendo com que a visualização da pessoa esteja próxima de si. Quando o cliente nota que a sensação é bastante intensa, o especialista em PNL e consultor do Panorama Social pode ancorar cinestesicamente esta sensação.
3. Quando o cliente tem sucesso no seguimento destas sugestões, o que geralmente é fácil de constatar através da sua expressão radiante, então a questão é fazer com que a experiência se mantenha por algum tempo (pelo menos cinco minutos).
4. Ligue esta nova auto-imagem positiva acabada de criar com o contexto em que o cliente sentia a carga da auto-avaliação negativa.
5. Faça um teste - quais são as eventuais objecções contra esta nova situação? Estas apontam muitas vezes para convicções de identidade limitadoras.
6. Consolide esta auto-imagem positiva dando-a ao eu-jóvem e seguidamente deixe o jovem crescer associado com ela.
TESTEMUNHO
segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
RELAÇÃO É LOCALIZAÇÃO
“Relação é localização” quer dizer que o lugar no espaço mental em que alguém projectou o outro é determinante para a qualidade emocional da relação.
FABRICAMOS NA MENTE AS NOSSAS RELAÇÕES
O Panorama Social é uma espécie de geografia da mente povoada de construções mentais que formam a maneira como filtramos a realidade social. O Eu forma o centro e todas as nossas relações com o mundo estão directamente dependentes da nossa localização (mental) em relação aos outros.
Trata-se de moderna PNL ao mais alto nível.O Panorama Social é usado como instrumento de diagnóstico psíquico e social. É empregue no tratamento de relações sociais do tipo: amor, ódio, desigualdade, poder, identificação, melhoria das relações familiares, equipas e outros sistemas sociais. Aplica-se no ensino, formação, conflitos, coach e mediação. Altamente eficiente no trabalho de auto-imagem e auto-valorização. Aplica-se em transformações no panorama familiar, exploração e harmonização de relações com pessoas falecidas, espíritos e deuses mas também nos processos dentro de organizações e dinâmica de grupos.
BREVEMENTE MAIS CONSULTORES DO PANORAMA SOCIAL EM PORTUGAL
É PNL com resultados de transformação ainda mais rápida.
Todos os cursistas, profissionais de coach, terapeutas, practitioners, masters e trainers de PNL, hipnoterapeutas, líderes, todos estvam de acordo nisto: a impressionante simplicidade.
Fenomenal condução do curso pelo próprio autor do Panorama Social, Lucas Derks.
Algumas palavras-chave: espanto, respeito, carinho, humor, simplicidade, descoberta, magia...
O QUE É O PANORAMA SOCIAL
Não é o mundo que cria problemas psíquicos nas pessoas. É sim a maneira de como as pessoas se representam o mundo! O desenvolvimento pessoal, a psicoterapia e o coaching, tanto individual como para organizações, devem ter pois como fim a transformação da imagem do mundo do cliente.
O Panorama Social Mental não vem da América, é finalmente uma criação genuína nascida no solo europeu por um tal psicólogo formado em psicologia clínica e social, Lucas Derks, que está trabalhando com colegas da Alemanha, Finlândia, Holanda, Polónia. É um resultado de investigação e modelagem, do desenvolvimento e da aplicação da Programação NeuroLinguística (PNL) e não é uma aplicação qualquer. É sim, para compreensão daqueles que já tiveram o privilégio de experimentar o impacto da Programação NeuroLinguística, uma aplicação da PNL a 100%.A pergunta tanto em PNL como no Panorama Social é a mesma: como se pode transformar rapidamente a maneira de como eu mesmo ou o cliente se representa o mundo, como transformar a forma de como nos representamos a nós mesmos e nos representamos na nossa relação com os outros de modo a realizarmos mais facilmente os nossos objectivos e alcançarmos um alto grau de satisfação pessoal?
A resposta mais imediata do Panorama Social está inserida no pressuposto: a localização de mim e do outro que inconscientemente é projectada no meu espaço mental de 360º a 3 dimensões, determina a minha relação com o outro.
Ora desde os anos 70 que a PNL fornece os meios para finalmente podermos explorar esta relação que se processa ao nível do inconsciente. O Panorama Social Mental explicita e dá um passo ainda maior na exploração e transformação destas relações. Muitos dos problemas psicológicos fundamentais que experimentamos no momento actual têm a ver com a posição da mãe ou do pai, muitas vezes do irmão ou da irmã, do avô ou avó, do namorado ou namorada, do companheiro(a), do patrão, do chefe e até dos antepassados. Tem a ver sobretudo, com a posição que nós mesmos tomamos neste todo.
Ora as técnicas da PNL e do Panorama Social Mental em particular, têm como fim literalmente reajustar posições de modo que nos ajudem a determinar para nós mesmos uma vivência tal para que possamos afirmar no fim de contas que a vida valeu a pena. A intervenção mais simples e rápida em coaching, terapia ou qualquer sessão de auto-desenvolvimento pode muito bem ser muitas vezes uma sugestão directa – o que equivale a uma simples mudança de localização. Imagine no seu panorama mental algo que até agora oferece dúvidas ou provoca certo
desconforto, repentinamente colocado noutra posição mental. Muito possivelmente o mesmo facto passou num décimo de segundo a ter outra significação. Pessoas experientes de PNL conhecem o efeito imediato do distanciamento, deslocação, redução de tamanho e abaixamento posicional dum “agressor” ou duma qualquer outra figura menos simpática das nossas relações – ora até agora, que eu saiba, nunca foi explorado o espaço mental da experiência social subjectiva a 3 dimensões como Lucas Derks o fez – é a este espaço mental da experiência social que chamamos “Panorama Social Mental”.
O Panorama Social é povoado por “personificações”. De forma inconsciente criamos estruturas de pensamento sobre os outros e damos a essas estruturas um lugar no disco rígido do nosso computador cerebral. A partir daí o outro passou para sempre a povoar a nossa vida. Delete é impossível. Trata-se duma imagem a que atribuímos determinadas sensações e características. Quando vimos o outro, a imagem que criámos do outro é activada. A nossa reacção ao outro está em correlação directa com a imagem que fazemos do outro, da personificação do outro, e da personificação que faço de mim. E o outro faz o mesmo. Personificar é pois criar uma imagem de mim e do outro, pessoa ou objecto, com características humanas. Dar sobretudo à personificação do outro um lugar na minha memória, um lugar em relação a mim.
A localização é a base da existência. Se eu ou o outro não tem um lugar, então não existe. “Fantasmas” existem simplesmente pelo facto de que têm lugar na nossa mente. No fundo a discussão sobre a existência ou não de “fantasmas” já podia estar fechada. O importante é como os “fantasmas” funcionam. Estão ou não ao nosso serviço? E como é que os pomos ao nosso serviço no nosso Panorama Social Mental ou no nosso “Panorama Espiritual”?
Quais são os padrões específicos que determinam a minha auto-imagem? Como posso fortalecer o meu Eu? Como posso deslocar as imagens negativas de mim para outro lugar da minha Paisagem Social Mental de modo que a negatividade seja atenuada? Que recursos tenho ao meu dispor para oferecer àquela imagem ainda fraquinha de mim naquele canto obscuro do meu panorama mental? E no momento em que, por exemplo, desloco ou, se isso não for suficiente, ofereço a essa imagem os recursos de que precisa, a auto-imagem muito possivelmente desloca-se automaticamente na paisagem mental a 3 dimensões e, se calhar, de repente cresce e adquire até nova cor.
Como construímos o poder e a autoridade? Qual é o segredo da autoridade sobre os outros? Ou como damos autoridade aos outros? O pressuposto básico em questões de poder e autoridade é precisamente que a “representação domina a interacção”. Não há ninguém que tenha poder sobre nós se não tivermos colocado de antemão a personificação numa posição privilegiada de poder no nosso Panorama Social. A posição em que colocámos a personificação do outro no nosso panorama, domina a imagem que temos de nós. É este o segredo da autoridade e do poder de mim e dos outros.E o que fazemos com pessoas, fazemos com grupos. Como
personificamos grupos? Com que atributos? Atribuímos à personificação do grupo, no nosso Panorama Social Mental, todos os atributos que consideramos humanos? Todos os atributos são importantes, mas no nosso Panorama Social Mental há um local especial para grupos privilegiados e há um lugar específico para os adversários. Desloque, se ainda os tem, os supostos adversários para o lugar dos socialmente agradáveis, faça um cocktail e muito possivelmente descobrirá que o mundo pode ser ainda mais agradável do que até agora supunha. Cuidado com a ecologia pessoal!
A base da nossa personalidade reside muito provavelmente na maneira como o Panorama Familiar Mental está organizado num determinado período da vida. O Panorama Familiar Mental forma uma das mais poderosas bases para uma transformação radical. Oferece, duma forma altamente eficiente, uma versão alternativa pura e simples da PNL para as surpreendentes Constelações Familiares de Hellinger, com uma grande vantagem, sem a necessidade de ter que recorrer a representantes nem a explicações esotéricas.
Acima do Panorama Social Mental situa-se o nosso Panorama Espiritual, povoado por defuntos, anjos, deuses, fantasmas, etc.. A deslocação duma pessoa falecida para uma localização mais pacífica no Panorama Espiritual pode ter uma influência altamente benéfica em problemas relacionados com luto.
O Panorama Social pode ser empregue ainda em formação, em teambuilding e em organizações. Muitos dos problemas dentro de organizações têm a ver com as representações que os membros da organização têm de si mesmo e dos outros. Não é provável uma transformação sólida duma organização sem transformar o Panorama Social dos seus membros.Tal como toda a PNL, o Panorama Social Mental é um modelo que não tem pretensão de Verdade. Parte unicamente de pressupostos, mini-teorias que se afiguram muito úteis na prática. Um dos pressupostos que tem levado a muitas especulações metafísicas em intervenções noutras disciplinas é o pressuposto do efeito que a transformação individual tem nos outros. Se modificamos no nosso Panorama Social a personificação do outro, isso terá inevitavelmente consequências no nosso comportamento verbal e não-verbal que será certamente apercebido pelo inconsciente do outro. A directa consequência será que muito possivelmente o outro modificará de forma automática a sua atitude...
José Figueira
Master e Trainer em PNL


